De acordo com o CIATox, no topo do ranking dos atendimentos, estão os envenenamentos com animais peçonhentos, que totalizaram 992 (45% do total). Desses, 493 envolviam escorpiões.

O balanço, divulgado nesta segunda-feira (16), indica um aumento de 10% em relação ao mesmo período de 2020, quando foram registrados 2.022 casos.

“Mais da metade dos envenenamentos envolvem crianças, que precisam ser encaminhadas para um serviço de referência que disponha do soro antiescorpiônico, onde deverão permanecer em observação por um período de 24 horas,e se necessário, após criteriosa avaliação, será aplicado o soro”, afirma a coordenadora do CIATox, Lucineide Porto.

A equipe do CIATox informa à população onde buscar o atendimento, além de prestar orientação aos profissionais de saúde sobre o manejo clínico relacionado aos acidentes na faixa etária pediátrica, segundo a coordenadora.

 

“Para os demais públicos, a indicação é ir ao serviço de saúde mais próximo de casa para o tratamento dos sintomas que, na maioria das vezes, é a dor local, não sendo indicada a aplicação do soro”, coompleta Lucineide.

Após os acidentes com animais peçonhentos, o segundo motivo de ligação para o CIATox é a intoxicação por medicamento – 652 casos (29,5%).

“Essas ocorrências normalmente envolvem o público jovem e adulto. Mas também temos uma quantidade considerável envolvendo crianças, o que levanta a importância de manter os medicamentos devidamente armazenados fora do alcance desse público”, destaca Lucineide.

 

Fonte: Blog Edenevaldo Alves

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